Segunda-feira, 17 de Dezembro de 2007
FOI DADO O ESCLARECIMENTO MAS MUITO POUCO ESCLARECEDOR POR PARTE DO INEM

Exmo(a). Senhor(a),

 

Apesar de não se identificar e do tom muito pouco cordial da sua mensagem, teremos todo o gosto em esclarecer V. Exa. sobre a questão que nos coloca.

 

Sucede por vezes que, apesar da activação de um helicóptero de emergência médica (a pedido do hospital a partir do qual o doente vai ser transferido), o doente acaba por ser transferido por via terrestre e não com recurso ao helicóptero que se encontra no local.

 

Tal deve-se, única e exclusivamente, a questões clínicas. Ou seja, a realização de transportes tem algumas conta-indicações clínicas. Quer isto dizer que alguns doentes - dado o seu estado clínico - não estão em condições de ser transportados por via aérea, dado que a diferença de pressão (a pressão em terra ou no ar é diferente e isso tem efeito sobre o doente) poderia agravar as suas lesões ou mesmo provocar a sua morte.

 

Quando o Hospital solicita ao INEM a transferência de um doente com recurso a helicóptero é feita uma triagem clínica (em contacto com a equipa médica do Hospital e a equipa médica do Centro de Orientação de Doentes Urgentes do INEM). Nessa triagem é possível por vezes identificar logo à partida que aquele doente está contra-indicado para um helitransporte, optando-se desde logo por uma transferência por via terreste.

Por vezes apenas é possível chegar a essa conclusão já com o helicóptero no local, por dois motivos:

- Devido a um agravamento do estado de saúde do doente;

- Devido a uma avaliação deficiente por parte da unidade de saúde, apenas sendo possível obter todos os dados sobre a condição clínica do doente quando a equipa médica do Helicóptero está junto ao doente.

 

Em qualquer dos casos, tal situação é completamente alheia às equipas médicas do INEM. Como é bom de ver, estando no local um helicóptero e a respectiva equipa médica, apenas um motivo de força maior poderia inviabilizar que a equipa completasse a sua missão. E esse motivo de força maior é - como não poderia deixar de ser - o interesse do doente.

 

Foi o que se passou em Elvas no passado dia 15. O doente não foi transportado por via aérea apenas por uma questão clínica.

 

Esperamos ter respondido à sua questão.

 

Melhores cumprimentos,

 

Pedro Coelho dos Santos

Director de Comunicação do INEM



publicado por CASTELO às 18:04
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